As peculiares declarações de Paulo Futre, poucos dias antes das eleições presidenciais no Sporting, não deixaram ninguém indiferente. Há até quem já o considere o novo Nostradamus.
Luiz Bernardo Souza e Mello Bettencourt Roquette d' Andrade, sócio honorário do Sporting Clube de Portugal, explica a gonzalices o porquê desta comparação: "Primeiro, porque ele diz que o futuro do Sporting passa pela contratação do melhor jogador chinês da actualidade. Ora, só alguém que consiga ver um futuro bem distante é que pode acreditar que um jogador chinês pode salvar o Sporting da situação em que se encontra", refere, orgulhoso.
"O segundo motivo", afirma o sócio, "está no facto de, tal como acontecia com Nostradamus, ninguém perceber nada do que ele diz no seu discurso. É como uma salada de palavras aleatórias, sem qualquer lógica mas ditas com uma confiança incomparável!". Segundo Luiz, "isso é digno apenas dos mais nobres feiticeiros e adivinhos!"
Este sócio - que se diz indiferente à ameaça de porrada por parte de Futre ao "sócio" que o impedia de estar "concentradíssimo" - critica ainda o cepticismo dos restantes adeptos sportinguistas, dizendo que "o mais fácil é criticar e dizer, por exemplo, que Futre estava sob o efeito de estupefacientes. Eu não. Se acredito no meu Sporting, porque não haverei de acreditar em Futre?..."
Luiz Bernardo Souza e Mello Bettencourt Roquette d' Andrade, sócio honorário do Sporting Clube de Portugal, explica a gonzalices o porquê desta comparação: "Primeiro, porque ele diz que o futuro do Sporting passa pela contratação do melhor jogador chinês da actualidade. Ora, só alguém que consiga ver um futuro bem distante é que pode acreditar que um jogador chinês pode salvar o Sporting da situação em que se encontra", refere, orgulhoso.
"O segundo motivo", afirma o sócio, "está no facto de, tal como acontecia com Nostradamus, ninguém perceber nada do que ele diz no seu discurso. É como uma salada de palavras aleatórias, sem qualquer lógica mas ditas com uma confiança incomparável!". Segundo Luiz, "isso é digno apenas dos mais nobres feiticeiros e adivinhos!"
Este sócio - que se diz indiferente à ameaça de porrada por parte de Futre ao "sócio" que o impedia de estar "concentradíssimo" - critica ainda o cepticismo dos restantes adeptos sportinguistas, dizendo que "o mais fácil é criticar e dizer, por exemplo, que Futre estava sob o efeito de estupefacientes. Eu não. Se acredito no meu Sporting, porque não haverei de acreditar em Futre?..."
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