Já se fazem sentir, um pouco por todos os supermercados da península ibérica, as consequências do anúncio de greve por parte dos intestinos delgado e grosso prevista para a noite do dia 31 de Dezembro.
Segundo dados da IberRatio, a compra de lacticínios e guloseimas caiu em cerca de 40% nas principais cadeias de retalho, ao passo que as sopas instantâneas e os sais de frutas aumentaram em flecha – 65% em apenas uma semana.
Segundo dados da IberRatio, a compra de lacticínios e guloseimas caiu em cerca de 40% nas principais cadeias de retalho, ao passo que as sopas instantâneas e os sais de frutas aumentaram em flecha – 65% em apenas uma semana.
“É uma loucura!”, diz Gervásio Carpinteiro, gerente da loja em Broas de Baixo de uma conhecida cadeia. “Saem daqui com sacos e sacos de sais de frutas e sopas em pacote! A que tem mais saída é a canja de galinha. Talvez porque é de digestão mais fácil que as outras”.
Também o papel higiénico teve um aumento considerável nas vendas. É que “mesmo que os intestinos deixem de actuar, o bolo criado no estômago não fica por lá. Terá de sair de alguma forma…”, avisa o Dr. Feces, médico espanhol especialista em assuntos gastrointestinais.
Recorde-se que a greve intestinal foi reivindicada no decorrer da semana passada pelos intestinos delgado e grosso, na sequência do “martírio anual e constante de chocolates manhosos, baba de camelo com claras mal batidas e filhoses de fritura oleosa” a que, segundo os próprios, são sujeitos nesta época do ano.
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